II coríntios 2. 12-17

Neste sexto dia do estudo em II Coríntios na Primeira Igreja Presbiteriana do Recife, o Pr. Cláudio Albuquerque falou sobre II Coríntios 2.12-17. O estudo foi no dia 18/03/19.

Defesa de Paulo diante das acusações

Nesta passagem Paulo continua sua defesa diante das acusações que faziam sobre seu caráter, apostolicidade e ministério.

Os versículos 12 e 13 nos mostra que Paulo via seu ministério com triunfo constante. Demonstra sua fragilidade que, para ele, não era sinal de fracasso, pois um pregador também está sujeito ao sofrimento. A função dele é pregar onde Deus o enviar, mas é o Senhor que converte as pessoas.

Gratidão de Paulo

Logo após este momento de intranquilidade de Paulo, ele retoma sua narrativa alegre (versículo 14). Pois Paulo mostra que tem uma vida cheia de gratidão, não importando as circunstâncias, mas apenas Deus.

Paulo sabe que Deus tem o controle da sua vida e que faz com que tudo coopere para o bem. E esse é  motivo da constância do triunfo na vida do crente. Além do que, um ministério triunfante é medido pela fidelidade ao chamado e não pela quantidade.

O bom perfume de Cristo

Ainda no versículo 14, Paulo fala do impacto que o convertido causa nas pessoas ao seu redor, pois o cristão é o bom perfume de Cristo.

Em II Coríntios 2.12-17 vemos que o Evangelho salva e condena

Certamente Paulo cumpriu seu chamado. Ele sabia que o Evangelho é tanto para chamar os eleitos (misericórdia) como também para condenar os incrédulos (justiça).

A mecânica da salvação

Primeiro Deus resolveu salvar. Cristo executou o plano de Deus. O Espírito Santo aplica a obra de Cristo. Paulo apenas anuncia isso. Ou seja, a salvação é obra da Trindade. Somos apenas instrumentos para anunciar.

Paulo confronta com a Palavra

O texto deixa bem claro que Paulo não mudava a Palavra para agradar as pessoas e nem adoçava a mensagem. Ele confrontava. Ou seja, ele mostrava a real condição do pecador.

E, certamente, a tranquilidade de Paulo vinha por saber que foi Deus quem o capacitou e que ele tinha sido enviado por Deus. Em outras palavras, Paulo era totalmente dependente.

Como aplicações deste trecho de II Coríntios 2.12-17, temos:

  1. Deus quer, acima de tudo, que os ministros sejam fieis à Palavra, ao chamado, a vocação, a Deus.
  2. O fieis são o bom perfume de Cristo (dos que se perdem e dos que são salvam).
  3. O mais importante é a fidelidade e não sucesso numérico. “As coisas administrativas atrapalham o pastoreio?”.
  4. Orar pelos pastores, incentivá-los… Igreja não é mercado, onde cada um pegar o que quer, Igreja é corpo!

Em suma, o triunfo de um ministério não deve ser visto pela quantidade, mas pela fidelidade.

Portanto, devemos ir e fazer discípulos; anunciar (uns aos outros). O foco não deve ser número, mas treinar, discipular.

Como consequência natural da fidelidade, virá o crescimento.

Deus nos ajude a compreender e aplicar o que é ensinado em II Coríntios 2.12-17!

Clica aqui pra ler o estudo anterior!

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