II Coríntios 3. 7-18

II Coríntios 3. 7-18

II Coríntios 3. 7-18 foi o texto exposto no oitavo dia de estudo no livro de II Coríntios pelo Pr. Cláudio Albuquerque, da Primeira Igreja Presbiteriana do Recife..

Sabemos que Paulo escreveu para combater a oposição. Ele era acusado de ser um fracasso, sem qualificação para pregar etc. Seus acusadores faziam isso porque se achavam mais adequados que Paulo.

Mas Paulo se defende, fala da vitória constante (II Coríntios 2.14-16. Pelo Evangelho os eleitos são salvos e os ímpios condenados e em tudo isso Deus é glorificado). O apóstolo mostra da incontestável autoridade (II Coríntios 3. 1-3),  fala que a sua confiança é fundamentada em Cristo (II Coríntios 3.4-6) e relata a glória crescente do ministério do Espírito – que é diferente do ministério mosaico.

A letra mata e o Espírito vivifica

É importante lembrar que o ministério de Moisés é lei; condena e não justifica (Romanos 3.20). A lei é santa, boa, justa, mas não salva. A lei mostra o pecado, mas não o tira. Nós nunca cumprimos totalmente a lei. A glória da nova aliança é maior que a glória da antiga. A escritura deixa claro que a letra mata – a lei condena, mas o espirito (nova aliança) vivifica.

A lei de Moisés fere a consciência humana, mas observância (religiosidade) da lei não traz paz à consciência, torna o homem indesculpável. Ela mostra nossa incapacidade de cumprir e o Espírito, que vivifica, traz paz, pois justifica; é justiça pelo Espírito.

A lei desvanece, mas o ministério do Espírito é permanente. Paulo sabia da superioridade da nova aliança. Em seu comentário, O Pr. Hernandes Dias Lopes diz: “Na nova aliança a força para uma vida vitoriosa não vem da terra, mas do céu; não vem de dentro, mas do alto; não vem do homem, mas de Deus”.

Ao relatar sobre o véu, é porque cobria-se o rosto quando a glória desvanecia. Antes era algo velado, mas agora, pela cruz, tem-se acesso ao trono da glória de Deus. O véu foi rasgado.

O Espírito

O Espírito convence o homem do seu estado; leva o homem ao arrependimento. Pois onde há o Espírito, há libertação. O Espírito Santo nos revela progressivamente as coisas do Senhor. Já a lei mostra a necessidade da graça. O Espírito Santo nos santifica. Talha a imagem de Cristo em nós.

Nova aliança: uma vida de ousadia

Em II Coríntios 3. 7-18 vemos que viver na nova aliança é viver em ousadia, pois confia em Deus e não em si mesmo. E viver na antiga aliança é viver de forma cega, porque continua a viver de forma religiosa sem discernimento espiritual.

II Coríntios 3. 7-18 na prática

Por fim, como aplicação foi dito para que preguemos o evangelho da graça e não religião, legalismo, moralismo; que só ensinam cumprir a lei. A justificação é pela graça. E o fato de desejarmos cumprir a lei é porque já somos salvos. É por isso que queremos fazer a vontade Dele, mas sabemos que só através Dele podemos obedecer.

É importante esclarecer que a nova aliança não foi um plano B. No plano eterno de Deus, ele já tinha estabelecida que a antiga aliança era temporária. Sobre esse assunto, recomendo um artigo publicado pelo ministério Fiel. Clica aqui pra ler.

E pra ler o estudo anterior, clica aqui!

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